"Então, comeu kibe cru e sentiu a vida nascer. Desse dia em diante tomou gosto pela vida e só passou a comer..." (Trio Mocotó)



sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Tragédias que nos ensinam

adalberto mirinda

É incrível como passamos a conhecer muita coisa através de tragédias. Por exemplo: aviões.
Depois do acidente dos Mamonas Assassinas é que fiquei conhecendo o tal do learjet. Aquele acidente com o Boeing da Gol, em que ele chocou-se com um jato Legacy, a mesma coisa.

Estou passando uns dias na casa de um amigo em São Paulo e, por falar em acidentes de avião, lembram-se do avião da Tam que andou um pouco mais do que devia e derrapou na pista caindo na avenida Washington Luis? Foi assim que conheci essa avenida. Passo por ela todos os dias. Legal, né?

Depois da tragédia envolvendo a menina Isabella, lembrei-me de um termo que há muito não usava: defenestrar, que significa jogar algo pela janela. Esse termo ficou imortalizado pelo Veríssimo em seu famoso conto, que não me lembro agora.

E por aí vai..
Cada vez mais tragédias acontecem, e cada vez mais a gente adquire conhecimentos.

Um comentário:

Sobrevivente disse...

Bom gente...nesse caso ainda prefiro recorrer ao livro, às artes, à cultura em geral... dispenso as mortes trágicas para que eu possa aprender algo. Mas vai ver é justamente porque tem tanta tajédia que as pessoas ficam tão ligadas no que é dito a respeito, e assim, mesmo sem querer, acabam assimilando.