"Então, comeu kibe cru e sentiu a vida nascer. Desse dia em diante tomou gosto pela vida e só passou a comer..." (Trio Mocotó)



quarta-feira, 17 de junho de 2009

Sarney, o eterno... Zebrão, o bonzinho

caco modula

Às vezes, pensar em política não é muito bom, porque a gente sempre tem a impressão de que está sendo passado para trás. Veja o Sarney, por exemplo. Disse que a crise do Senado não tem a ver com ele. A culpa não é dele, é do próprio Senado. E quem é que está lá dentro? Bom, ele é o presidente.

E o outro presidente, o da República, Lula, que eu acho bem bacaninha, disse que Sarney tem uma história política neste país e que não deve ser tratado como uma pessoa comum. Um parlamentar que está sempre no poder, sempre apoiando a base governista, sempre à frente, não importando quem seja, que partido seja, que ideologia tenha. Isso sim é que é história política de respeito, hein?!

Mas não é preciso ir para muito longe. Representar o povo de qualquer jeito parece uma máxima para alguns de nossos políticos. E vamos ficando cada vez mais para trás. Outro dia mesmo o vereador Zebrão, de nossa amada Maringá, propôs um projeto de lei que previa a distribuição de ovos de páscoa para os alunos da rede pública. Um fofinho, né? Mas o dinheiro sairia do bolso de quem? Do dele que não.

Nesse ritmo talvez não demoraria muito para termos projetos para distribuição de presentes de Natal, Dia das Crianças, Dia dos Namorados, Dia da Borboleta da Asa Quebrada... E assim por diante. O projeto de lei não deu em nada. Ufa!

Mas a vida segue. As barbaridades continuam. As ideias mirabolantes de nossos vereadores não param de surgir. E o Sarney, o eterno, nunca vai deixar o poder. Zebrão, o bonzinho, também já está lá a tempo de mais. Mas a gente que se lasque.

Começa assim, depois piora!

Por hoje é só.

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