"Então, comeu kibe cru e sentiu a vida nascer. Desse dia em diante tomou gosto pela vida e só passou a comer..." (Trio Mocotó)



sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O importante é que ‘emoções’ eu vivi?

ginko biloba

Bem, longe de mim querer usar o Boca pra fazer campanha de candidato, mas a campanha de certos candidatos não podem deixar de ser tema. Ontem os mourãoenses puderam assistir a um debate entre os dois candidatos da cidade. Foi uma batalha entre políticos que usaram todas as armas para acusar e defender. Defender seus projetos e, na maioria das vezes, a si mesmos.

Pode-se perceber uma diferença enorme entre os dois candidatos. Um, um administrador paciente e sereno. Outro, um verdadeiro político, fleumático e falastrão. Essa é justamente a dúvida que paira sobre os mourãoenses: escolher um verdadeiro administrador, que como prezava Weber, não viva da política, e sim para a política; ou um político, que discursa e emociona as pessoas.

Bem, o debate serve para avaliarmos as coisas com mais racionalidade do que paixão. Não é como os showmícios de antigamente... é baseado na história dos candidatos, já que ambos foram prefeitos, e nas propostas futuras.

Fica fácil dizer que quando impera a racionalidade, é natural o triunfo do administrador sobre o político. Foi exatamente o que aconteceu. O administrador deixou o político, por diversas vezes, atônito. Ele era obrigado a procurar palavras difíceis, manter linhas de raciocínio muito elaboradas para uma pessoa como ele.

Felizmente ou infelizmente, não é só assim que se decide uma eleição. A gente sabe que a racionalidade impera em um debate, mas também há os momentos da emoção, e isso em qualquer cidade. Campo Mourão, Maringá, Engenheiro Beltrão, Paranaguá... Ah, a emoção. Em época política, 'são tantas emoções'. A emoção da cesta básica, a emoção da promessa de postos de saúde, a emoção da cerveja paga no bar. E este embate, quem será que vence?

3 comentários:

Assessor de imprensa de candidato disse...

Ei, esqueceu de citar Guarapuava, que também está emocionante!

Aqui aprendi que 2+3 não é igual a cinco, é igual a 23... ahuahauhauhauha.

Anônimo disse...

e eu aprendi que 1+1=11
;)

Carolinda disse...

eu aprendi q 2+2=4, mas prefiro achar q são dois patinhos na lagoa hehehehehe original meu comentario dãããããã